ACONSELHAMENTO AO PACIENTE BEM INFORMADO

O número de pacientes bem informados tem vindo a crescer ultimamente. Saiba porque podem ser o seu maior pesadelo ou então tornarem-se o seu melhor amigo.
A audiologista Drª Ellen Finkelstein, baseada em Nova Iorque, depara-se com uma variedade de pacientes que entram pela porta do East Side Audiology. Alguns mal sabem usar um aparelho auditivo e outros já fizeram tanta pesquisa que quase leva a crer que tenham um curso em audiologia Esta grupo de clientes bem informados têm vindo a crescer ultimamente, diz Finkelstein, e segundo ela, tanto podem ser o seu maior pesadelo como se podem tornar o melhor dos amigos.

É agora mais fácil obter um diagnóstico digital pela chegada em cena dos smartphones, que permitem às pessoas andar com uma enciclopédia médica no bolso. Em termos de saúde auditiva, basta uns cliques para obter sites a venderem aparelhos auditivos baratos, histórias horrorosas sobre pilhas que vertem e guias sobre como piratear aparelhos auditivos. Embora uma boa dose de informação possa ser bom para o cliente, estes por vezes ignoram o conselho do audiologista e tomam como certas informações incorretas disponíveis online.
A Internet como parceiro
Finkelstein diz que os clientes vão cada vez mais à internet ou utilizam os filhos para fazerem pesquisa por eles. Esta observação está em linha com uma tendência geral. Um estudo de 2002 do Pew Internet and American Life Project, revelou que 66 por cento dos utilizadores de internet que pesquisam online por informações de saúde, fazem-no em busca de informação sobre uma doença ou problema específico, como a perda auditiva. Questões que envolvam os reformados estão particularmente prevalecentes, com 12 por cento a pesquisar por cuidados a longo prazo para idosos e 17 por cento procuram informação sobre perda de memória ou doença de Alzheimer.

Há quinze anos atrás, os audiologistas eram a única fonte de informação para pessoas que precisassem de aparelhos auditivos. A confiança e o valor do seu conhecimento era primordial. Nos tempos atuais, com milhares de fontes de informação à distância de um clique, os audiologistas podem passar para segundo plano em detrimento da internet.
A beleza da internet é que os clientes podem obter ajuda independentemente de onde eles ou os audiologistas estejam. Não precisam de contratar ninguém e podem visualizar a informação na privacidade das suas casas.
- Juliëtte Sterkens, presidente do Fox Valley Hearing Center
Os audiologistas devem ver a internet como um parceiro, em vez de um inimigo, diz a Audiologista Juliëtte Sterkens, presidente do Fox Valley Hearing Center, baseado em Wisconsin. A pesquisa online pode ser uma excelente maneira de aprender mais sobre os produtos e ficar mais à vontade com a ideia de usar um aparelho auditivo.
Tornar-se um vendedor
Finkelstein concorda com o facto de que os melhores clientes são os bem informados. Mas embora a pesquisa seja bem intencionada, os pacientes são por vezes levados ao engano por retalhistas online, que prometem aparelhos auditivos e pilhas a preços de saldo. Os clientes entram e esperam que ela ofereça preços igualmente baixos .

"Acaba por aparecer uma pessoa que quer saber o que está a receber pelo dinheiro que vai gastar e quer saber o que me distingue dos outros," diz-nos. "Tornei-me um bocado numa vendedora a ter de explicar porque vão querer trabalhar comigo.

Parte desse papel de vendedora implica fazer marketing pessoal online via o seu website e Twitter. Finkelstein diz que ter uma presença online não só ajuda as pessoas a encontrarem o seu negócio, como também a ajuda a comunicar com clientes via email e redes sociais. Desta forma ela consegue conhecer melhor is seus clientes e eles mais facilmente percebem a forma como ela trabalha.

"Tive forçosamente que me reinventar," afirma. "Você ganha confiança quando mostra ao paciente que respeita o facto de este chegar à consulta já bem informado."
Uma comunicação honesta
Finkelstein afirma que o problema surge quando o cliente insiste que a informação que recolheu online é mais precisa que o seu conhecimento. Muitos insistem num pequeno aparelho auditivo intra-auricular quando a sua perda auditiva e demasiada significativa para que esta solução funcione. Outros querem comprar pilhas baratas nos grandes retalhistas.

"Eu respeito sempre o que o paciente quer, mas se sinto que o que me estão a pedir não é razoável o que não vai funcionar para eles, então não o faço," diz.

Para Sterkens, a melhor política é a honestidade, e diz que é importante que os pacientes percebam que têm fazer um esforço para que os seus aparelhos auditivos sejam mais eficazes.

"Eu respondo às perguntas informando e comunicando de forma aberta e honesta. Até já encorajei que pedissem segundas opiniões, especialmente se o cliente ou a família tiverem dúvidas,"acrescenta. "Um cliente nunca vai ter este tipo de serviço caso decida ser ele a tratar de tudo ou comprando um aparelho auditivo pela internet."
Informar os bem informados
Enquanto que alguns websites fornecem informação incompleta sobre a perda auditiva e podem ser enganadores, há uma série de sites que apresentam informação útil sobre aparelhos auditivos, zumbido/acufeno e perda auditiva. Abaixo está uma lista de sites que pode dar aos clientes que desejam fazer a sua própria pesquisa.

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